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A importância de levar o seu pet ao veterinário

Eu sei bem como a gente sofre levando nosso bichinho ao veterinário. Chegando lá ele começa a se tremer todo, aí o médico mexe dali, mexe acolá. Quando tem que tomar vacina ou tirar sangue então, melhor eu nem olhar! Mas é exatamente por amarmos muitos os peludos que devemos levá-los com certa frequência para fazer uma visitinha ao tio veterinário.  Por isso hoje vou fazer esse post para te convencer da importância de levar o seu pet ao veterinário. Olha só:

 

Frequência

Muitos donos de pets costumam levar o bichinho ao veterinário apenas para tomar as vacinas (às vezes nem isso) ou quando ele apresenta algum problema de saúde. Acontece que, algumas doenças muito comuns só manifestam sintomas quando já estão em um estado avançado. Ou seja, a melhor forma de cuidar da saúde do seu bichinho é a prevenção. Levá-lo com a frequência correta ao veterinário para realizar exames é a forma mais certa de garantir um animal saudável. Caso ele esteja com alguma doença, nesses exames de rotina elas serão mais facilmente identificadas e muitas vezes ainda em estágios iniciais, o que vai facilitar muito mais o tratamento.

Sendo assim, a frequência que você deve seguir para levar o pet ao veterinário é a seguinte:

Filhotes: Até os seis meses de idade, seu bebê peludo deve fazer consultas regularmente no veterinário, para que ele possa acompanhar o crescimento e o desenvolvimento da bolinha de pelos.

Adultos: a partir dos sete meses, seu pet já é considerado adulto (para os veterinários, porque para nós, são sempre bebês). Nessa fase da vida, consultas anuais serão suficientes. Nas visitas ao veterinário seu animal vai receber as doses de vacina e fazer um check-up geral.

Idosos: Entre os sete e oito anos de idade o animal já entra na melhor idade! Consultas semestrais são as mais indicadas para essa fase da vida, acompanhando de perto a saúde do bichinho.

Fora isso, nas três fases da vida você deve sempre fazer o controle de pulgas e carrapatos de forma mensal e também o uso mensal ou trimestral de vermífugos.

 

Principais doenças caninas

– Leishmaniose

A Leishmaniose é uma das principais enfermidades que acometem nossos pets.  Ela é transmitida através da picada do mosquito Lutzomyia longipalpis chamado popularmente de  “mosquito-palha” ou “mosquito pólvora”. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a Leishmaniose (que também atinge seres humanos) não é transmitida pelo contato entre cães ou cães e humanos. A única forma de se contrair a doença é sendo picado pelo mosquito que esteja infectado com o protozoário.

Sintomas:

Os sintomas são vários e podem imitar outras doenças menos severas, podemos citar alguns:

– problemas dermatológicos (perda de peso, presença de feridas de difícil resolução),

– aumento considerável do fígado e do baço,

– perda de peso,

– febre e diarreia.

Tratamento e prevenção.

Um dos grandes problemas da Leishmaniose é que ela pode ficar incubada de 3 meses a 6 anos, o que faz com que muitos pets estejam contaminados sem que seus donos saibam. Por isso levar o seu pet ao veterinário nas frequências indicadas lá em cima para realizar o tradicional check-up é a melhor forma de prevenção.

Já existe uma vacina para essa doença (que deve ser dada nessas visitas ao tio veterinário). Mas caso seu amigo peludo já esteja com a doença, hoje em dia existem tratamentos por meio de medicamentos. Quanto antes a doença for detectada, mais eficaz será o tratamento.

 

– Doença do Carrapato

A Doença do Carrapato, como o próprio nome diz, é transmitida através da saliva do carrapato que, ao picar o cachorro, acaba transmitindo a doença. Esse nome popular, na verdade, diz respeito a duas doenças que apresentam os mesmos sintomas, apesar de serem transmitidas por agentes diferentes: erliquiose e babesiose

Sintomas:

– anemia,

-febre,

-perda de apetite,

– cansaço e perda da vitalidade.

Tratamento e prevenção

Esses sintomas ficam mais difíceis de serem reconhecidos por cachorros que ficam mais tempo sozinhos. Exige certa atenção do dono para reconhecer que seu animal não está mais ativo como de costume. Por isso, novamente, a melhor forma é sempre a prevenção e a visita constante ao veterinário, além do controle de pulgas e carrapatos feitos mensalmente.

Uma vez identificada a doença, o tratamento é feito por meio de medicamentos. Além disso, deve-se providenciar um controle do ambiente onde seu pet vive, para deixá-lo livre da presença dos carrapatos.

 

Principais doenças felinas

– Insuficiência Renal

A insuficiência renal acomete muitos gatinhos e causa bastante preocupação em seus tutores. A insuficiência renal aguda (IRA) pode acontecer por intoxicação (geralmente por plantas), por traumas (como atropelamento, por exemplo) ou infecções. Já a doença renal crônica (DRC) é um pouco mais séria e causa a perda gradual das funções do rim. Isso se dá por predisposição genética, idade avançada ou por infecções.

Sintomas:

Os sintomas da IRA e da DRC são similares e incluem:

– perda do apetite, cansaço e perda de peso,

– vômitos e diarreia,

– maior ingestão de água e um volume maior de urina.

Tratamento e prevenção

Tratar a insuficiência renal varia muito do grau em que ela se encontra, mas incluem tratamento medicamentoso, mudança da dieta e um acompanhamento constante. É muito difícil prevenir esse tipo de doença, por isso a visita constante ao veterinário para realização de exames, uma alimentação saudável e um cuidado maior com a vida ativa do seu gatinho para evitar intoxicações, por exemplo, são as melhores formas de prevenir seu gatinho contra essa doença.

 

– Intoxicação

“A curiosidade matou o gato”. Esse ditado não usou os felinos como exemplo por mera coincidência. Gatos são animais extremamente ativos e independentes e apesar de isso ser o ponto forte deles, essa mania de aventura apresenta alguns riscos e a principal é a intoxicação.

Seja andando pela rua ou mesmo no quintal de casa, é muito comum que os gatos acabem ingerindo alguma coisa que leve à intoxicação do bichano. Plantas (seja pela espécie ou por estarem com algum pesticida), produtos de limpeza ou alguma “caça” (como ratos e pombos) que tivessem ingerido veneno. São alguns dos exemplos mais comuns que levam os gatinhos a ficarem intoxicados.

Sintomas

Como sempre, os sintomas são semelhantes a diversas outras doenças. São eles:

– apatia,

– falta de apetite,

– vômito e diarreia,

– febre.

Tratamento e prevenção.

Nunca tente soluções caseiras para tratar a intoxicação do seu gatinho. Leve-o o mais rápido possível ao veterinário para que seja feito o diagnóstico correto e assim, o médico dará a medicação correta para o tipo de intoxicação que acometeu seu bichinho. Por isso preste sempre atenção nos objetos da sua casa que estejam à disposição dele e evite um contato frequente com a rua sem a sua supervisão.

 

Hora do Check-up

Depois de tudo isso, deu pra ver a importância de levar o seu pet ao veterinário, né? Não espere que seu bichinho esteja com algum sintoma para levá-lo ao médico. A prevenção é sempre a melhor forma de cuidar da saúde do seu pet.

Por isso, ao levar seu pet ao veterinário na frequência indicada, ele deve realizar alguns exames básicos para garantir que seu amigo peludo está 100% saudável.

Primeiro ele vai fazer os exames clínicos comuns. Pesar, olhar ouvido, medir temperatura e auscultar o coração.

Depois vêm os exames mais complexos, porém necessários. Eles que vão indicar a presença (ou não) de alguma das doenças citadas à cima além de outras. São eles:

 

Hemograma completo: é o exame principal. Se seu pet estiver com alguma doença, o exame de sangue vai mostrar alguma alteração e assim, o veterinário começa uma investigação mais a fundo, como por exemplo o perfil bioquímico sanguíneo completo.

 

Exame de urina: identifica alguma complicação do sistema genito urinário, renal ou hepática, além de possíveis infecções.

 

Ultrassom: uma ótima forma de verificar as condições dos órgãos internos do seu filho peludo.

 

Radiografia: vai mostrar se seu bichinho está com alguma condição pulmonar ou cardiovascular, além de apontar possíveis alterações ósseas como displasias (muito comum principalmente em cachorros)

 

E aí? Vamos marcar uma consulta de rotina pro seu bichinho? Ele vai tremer na hora, mas depois vai te encher de beijos cheio de saúde!!

Autora: Bruna Cela

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